Reforma Tributária será tímida e fatiada

Na extensa pauta legislativa do Ministério da Fazenda, a mais esperada pelo Congresso Nacional é a reforma tributária. Mas ela não virá.

– Não será um pacote, será um protótipo de reforma – diz o presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, Cláudio Puty (PT-PA).

O secretário-executivo Nelson Barbosa avisou a Puty que o governo, nesta matéria, pretende atacar em quatro pontos:

1) ICMS para combater a guerra fiscal;

2) a correção da tabela do Simples;

3) a desoneração da folha de pagamento; e

4) o fim dos impostos e contribuições para compra de equipamentos.


Barbosa ainda não sabe por onde começa a tímida reforma. Mas Puty aposta que o terceiro e o quarto pontos serão mais fáceis de aprovar e devem chegar primeiro – já que todas as mudanças terão projetos separados.

O governo também prometeu indicar como compensará a renúncia fiscal.

Quanto ao ponto mais polêmico, o ICMS, embora seja o número 1, há pouca esperança que vingue, sobretudo se ficar, como tudo indica, para 2012 – ano eleitoral.

 

Fonte: IG

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Reforma Tributária será tímida e fatiada

Na extensa pauta legislativa do Ministério da Fazenda, a mais esperada pelo Congresso Nacional é a reforma tributária. Mas ela não virá.

– Não será um pacote, será um protótipo de reforma – diz o presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, Cláudio Puty (PT-PA).

O secretário-executivo Nelson Barbosa avisou a Puty que o governo, nesta matéria, pretende atacar em quatro pontos:

1) ICMS para combater a guerra fiscal;

2) a correção da tabela do Simples;

3) a desoneração da folha de pagamento; e

4) o fim dos impostos e contribuições para compra de equipamentos.


Barbosa ainda não sabe por onde começa a tímida reforma. Mas Puty aposta que o terceiro e o quarto pontos serão mais fáceis de aprovar e devem chegar primeiro – já que todas as mudanças terão projetos separados.

O governo também prometeu indicar como compensará a renúncia fiscal.

Quanto ao ponto mais polêmico, o ICMS, embora seja o número 1, há pouca esperança que vingue, sobretudo se ficar, como tudo indica, para 2012 – ano eleitoral.

 

Fonte: IG

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