A reforma tributária, inicialmente recebida com entusiasmo, passou a gerar insegurança entre empresas diante dos custos de adaptação e das incertezas sobre sua implementação.
Embora prometa simplificação, o novo modelo vem sendo percebido como parte de um movimento mais amplo de aumento da carga tributária no país.
O artigo de Eduardo Salusse argumenta que essa percepção decorre não só de IBS e CBS, mas do acúmulo recente de novos tributos, reonerações e restrições fiscais.
Também critica a falta de avanços equivalentes na redução de gastos públicos e em reformas que aliviem o setor produtivo.
A conclusão é que, sem equilíbrio fiscal e racionalização do Estado, a reforma corre o risco de ser vista mais como elevação de custo do que como modernização do sistema.
Vejam a íntegra em https://valor.globo.com/legislacao/fio-da-meada/post/2026/04/desconfianca-com-a-nova-realidade-tributaria.ghtml